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Outro dia

Outro dia

02
Mai19

Game of thrones... e eu tenho mesmo que dizer isto

Bast

Ora cum caneco... ando 2 anos à espera da temporada final. Fiz 2 filhos pelo meio destes mesmos 2 anos... ando à mais não sei quantos na expectativa da grande batalha contra os mortos-vivos e o Rei da Noite... 

Assisti a mortes surpreendentes. Batalhas épicas. Efeitos e reviravoltas espetaculares... e no episódio tão ansiado, 45 minutos de fumo e cinza, sem se conseguir ver nada... e o Rei da Noite morre com uma facadita em 2 min. Sem dar luta.

E óspois acaba assim... ? Sem uma explicação? 

 

Got.jpg

(agradeciamos)

 

É demasiado notória a ausência do George R R Martin... e isso é uma pena.

 

 

27
Mar19

Pinterest a defraudar-me as expectativas de mil nove e coiso

Bast

A minha irmã ofereceu-me uma colcha nova para a cama. Linda

Cheguei a casa e fiz a cama toda de lavado, pus a colcha. Mudei as flores do vaso que está em cima do camiseiro. Limpei o quarto. Retoquei alguns detalhes da decoração e olhei depois para o resultado final.

Fiquei satisfeita. E feliz.

Porra, que eu reclamo, reclamo, mas até tenho uma casa gira. Depois fui à cozinha e sentei-me, meio vencida pelo cansaço enquanto bebericava um sumo. Abri o pinterest enquanto isso... 

Decorações lindas, quartos fabulosos e fod*-se mais isto, que eu vivo mas é num pardieiro! 

27
Dez18

2019

Bast

New year.jpg

 

Longe vai o tempo em que traçava metas e objectivos a cada inicio de ano, até porque ainda tenho alguns de 2005 para cumprir e há que completar as tarefas antes de nos metermos em novas, não é verdade?

Embora essa listinha que era logo esquecida ao dia 15 de Janeiro de cada ano já não faça parte das minhas rotinas, é inegável que a cada novo ano eu olhe os dias com uma esperança renovada, uma fé qualquer que me diz que agora é que é... e trace, sem querer alguns objectivos.

2018 foi um ano bom. Com altos e baixos, mas cheio de desafios que, ainda que alguns frutos estejam por colher, fizeram com que chegasse ao dia de hoje de coração cheio e com a sensação boa de 'dever cumprido'. 

Em 2018, uma das resoluções passa por um tratamento que tenho vindo a adiar. Uma coisa que quero mesmo muito mudar em mim e além do motivo estético, trás repercussões na saúde. Consulta marcada e vamos lá a isso.

Outra delas é aprender costura. Sempre gostei daquela coisa de fazer as roupinhas nas bonecas e acho o máximo aquelas pessoas que com uma linha e uma agulha conseguem pegar num pedaço de pano e fazer coisas lindas. Até posso depois concluir que não tenho jeito nenhum, não gosto e afinal de contas mais vale dedicar-me a outra coisa qualquer, mas para já, só posso mesmo saber isso se experimentar.

Profissionalmente quero mesmo muito continuar a investir na minha carreira. Traçar o meu caminho e conseguir viver do meu trabalho. Para já, há uma oportunidade que parece avizinhar-se... resta-me aceitar e fazer por estar à altura do desafio.

E há também os objectivos financeiros que traço todos os anos e que lá vou conseguindo cumprir: em 2014, por situações complicadas no âmbito familiar, vi-me rodeada de algumas dividas e com isso vieram as dificuldades financeiras... aos poucos tenho vindo a conseguir equilibrar tudo e por isso é continuar a gerir as coisas de forma a que aos poucos, possa ir riscando da lista os credores (e faltam poucos!)

 

14
Dez18

Isto dos blogs

Bast

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Estes dias conversava com uma amiga como isto dos blogs está diferente.

Quando comecei nestas andanças, os blogs serviam para 'conversarmos'. Lia o blog da Andreia onde ela contava as suas peripécias na faculdade e coisas tão banais como a compra do carro novo ou alguma situação do dia a dia. E como ela, tantos outros. Uns ainda cá estão iguais a si, outros mudaram entretanto e ainda há aqueles, como o da Andreia que acabou por 'desaparecer'. O meu blog era igual a estes e iamos trocando comentários entre todos.

Na altura brotavam os primeiros blogs de moda e beleza, mas eram sobretudo de meninas que falavam das suas compras, do seu dia a dia e faziam tutoriais em posts apenas porque isso lhes dava prazer e mostravam produtos que tinham comprado e davam as suas opiniões e trocavam-se impressões eu via isto tudo como uma comunidade. A par disto começaram a surgir os blogs de culinária, de gente que apenas adorava cozinhar e mostrava as suas receitas... coisas simples e dos seus dias que eu cheguei a replicar em casa. Era giro cá andar e para mim, não havia um só dia em que eu não postasse alguma coisa. Era como se o blog e os restantes bloggers fossem uma extensão dos meus dias. Fiz amigos que trago comigo no coração e na vida à custa disto mesmo.

 

Hoje as coisas mudaram. Muito.

Não sou contra a especialização dos blogs, nem a profissionalização da coisa. Muito menos contra a publicidade e essas coisas todas. Os tempos mudam, as coisas e as pessoas também. 

Acho legitimo que quem trabalhe e se dedique a alguma coisa seja devidamente recompensado. A questão é que as coisas mudaram mesmo muito. 

As bloggers de moda de beleza tornaram-se reféns da publicidade e das marcas. Não há uma unica receita culinária que não leve um ingrediente qualquer que me faça ter que ir ao supermercado de propósito se a quiser recriar. As fotos que ilustram posts são tiradas por fotógrafos profissionais e em quase todos os posts se torna evidente a intenção comercial nos textos... 

Quantas vezes não abro eu o ecrã para escrever sobre qualquer coisa e acabo por fecha-lo, porque... não é sobre maquilhagem, moda, não leva geleia de agave ou açucar de coco... era apenas uma banalidade qualquer que me aconteceu. 

Não é que seja saudosista dos tempos idos, eu entendo que eles mudam, mas confesso que sinto alguma saudade daquela interação de antes.

 

06
Dez18

Antes dela vs Depois dela

Bast

Muda-se tudo com a maternidade

Cliché, mas tão verdade. E noto isto nas mais pequenas coisas... Embora aquela frase do ''dizes isso porque não tens filhos'' para mim continua a ser a coisa mais horrível e sem noção de sempre. Detestava quando ma diziam e hoje, apesar de a entender um pouco, nunca a disse a ninguém. Nem sequer sou capaz.

Isto vem a propósito de um filme que calhou de passar ontem e que eu apanhei logo de inicio, tinha ido o R adormecer a Infanta. Philomena.

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Já tinha visto o filme quando saiu e na altura achei-o amoroso, emocionei-me e tal, mas nada demais... só que ontem, oh senhores... o filme acabou e eu ainda limpava lágrimas e tinha o coração mais amassado do que uma folha de papel de aluminio... Imaginar-me a mim, no lugar daquela mulher, sem a minha menina, tirarem-ma daquela forma, é coisa que me gela as veias todas... 

O filme acabou e eu corri ao quarto dela, olhei-a a dormir e enchi-a de beijos. Não fui capaz de dizer nada, só lhe afaguei os cabelitos e tentei abafar tudo o que me passava pela cabeça. 

Ontem não vi o mesmo filme que saiu em 2013. Foi um outro, que eu nunca tinha visto antes... 

 

06
Dez18

O valor dos presentes

Bast

presentes.jpg

 

Ontem saí um pouco mais cedo do trabalho e aproveitei para dar uma volta na cidade e comprar alguns presentes que ainda me faltam para o Natal.

Este ano, tentei comprar as coisas no comércio tradicional e tenho adorado andar pelas ruas, ver as montras, as luzes, sentir o ar frio no rosto, escolher com calma cada presente sem o receio que a pessoa já tenha algo igual, ou receba algo igual, coisa que me acontecia muito quando comprava algo nas lojas fast fashion do centro comercial.

Tenho algumas ideias sobre as coisas que quero oferecer, no entanto, às vezes, no meio da procura, acabo por dar de caras com outra coisa completamente diferente, mas que me faz pensar imediatamente no destinatário do presente e acabo por comprar mudando a ideia inicial. E é por isso que a lista de presentes para mim se resume ao nome da pessoa em si.

Agora respondam-me lá com sinceridade: Faz-vos sentido estipular um valor para o presente? Conseguem cumprir esse valor?

Pergunto isto porque para mim é dificil... não que o ultrapasse ou que venda um rim para poder comprar os presentes, nada disso. É só porque não me faz mesmo sentido... compro algo que gosto, dentro do que posso comprar mas sem pensar que, se para esta pessoa gasto x, para aquela só vou gastar Y, comprando algo sem sentido, mas que está dentro do valor... 

Por exemplo: ontem, além de outros, estava à procura de um presente para a F e a S. A S. foi mãe quando eu, já nos conhecíamos, engravidamos ao mesmo tempo e acabamos por nos aproximar. Frequentamos a casa uma da outra, passeamos os filhos juntas e vamos conversando muito... no ano passado a S presenteou-me a mim e à minha bebé e este ano gostava de poder retribuir o gesto. Procurava uma coisa simples, apenas a título de lembrança.

A F é uma pessoa muito especial para mim... sem saber ajudou-me a tomar duas das mais importantes decisões da minha vida... podia ser minha mãe e adora a minha filha... Sei que está a passar por uma fase complicada e se eu pudesse dar-lhe todo o colo do mundo daria. Queria comprar-lhe um presente que lhe mostrasse que de facto ela é importante para mim. O presente da F para mim, é mais especial do que o da S, embora ambos sejam dados de coração. No entanto o da F foi mais barato. Na loja, olhei e vi uma pulseirinha com um pingente que é a cara dela e sei que ela vai entender o significado do mesmo... para a S vi uma gola linda, em malha, que sei que ela vai adorar mas que... foi um pouco mais cara do que o outro presente.

Vinha pelo caminho a pensar nisto... eu estou muito contente com os presentes que trouxe e para mim, o valor dos mesmos, não me importa. Importa sim o carinho e o cuidado com que os escolhi e comprei. 

 

 

04
Dez18

Aláber se a gente se entende...

Bast

Não é pelo facto de uma peça de roupa ter na etiqueta que é tamanho unico que ela veste todos os tamanhos. Siginifica apenas que só existe aquele tamanho, boa?

Quando o vendedor vos diz: ''É tamanho unico, veste ATÉ XXL...'' significa que aquela merda é grande e veste XXL. Ponto!!

Se vocês tiverem 48kg e menos de 1,60m é muito provavel que vos fique grande... 

 

De nada.

Agora ide lá e não ''gastaindes'' o dinheiro todo em roupa para o Natal... até porque o mais certo é passarem o dia sentados no sofá a comer rabanadas e a mexer no smartphone. 

 

 

 

 

26
Nov18

...

Bast

Este fim de semana, dediquei um tempinho para fazer algumas compras já para o Natal. Não por se tratar da black friday, mas porque já tinha destinado uma horinha para ir ao centro comercial por um outro motivo e aproveitava para espreitar e escolher já alguns presentes.

Soube-me bem este passeio sozinha... ver lojas, passear pelos corredores enfeitados pelas luzes de Natal, parar e beber um café com calma... sentia falta disto. Não das compras em si, mas deste bocadinho só meu em que me lembrei que também sou mulher e que ainda gosto de ver roupas, malas e sapatos, embora as minhas compras estejam muito mais conscientes.

Contudo ainda no fim de semana, li alguns posts em blogs sobre este assunto da moda e do minimalismo... imagens e casas imaculadamente brancas, onde se respira tranquilidade, decoração nordica, conceitos de armário capsula com 30 peças (num dos blogs, em cada peça estava o link da loja com um código promocional... mas isso são contas de um outro rosário)... Parei de ler, olhei o caos que estava a minha sala, os brinquedos espalhados da minha filha e pus-me mesmo a pensar se o minimalismo era mesmo o que estava ali naquelas linhas que eu ia lendo.

Apesar de ter a minha casa num caos cheio de tralha para arrumar como já aqui disse e de ter um armário com muito mais peças do que as 30 ou 45 do tão aclamado armário cápsula, eu considero-me, com toda a honestidade, uma pessoa minimalista. 

(vou esperar uns segundos para que consigam parar de rir e recuperem o folego...)

 

Ora bem... para mim o minimalismo vai além de ter apenas um prato para cada pessoa que viva lá em casa; um armário com apenas um par de cuecas para cada dia da semana e uma decoração imaculadamente branca, com moveis sem nada em cima a não ser a mera da plantinha. 

A minha casa está cheia de moveis, de louças, brinquedos e outras coisas tantas, mas considero-a minimalista, porque não tenho nada a mais do que aquilo que uso. E para mim, o verdadeiro conceito de minimalismo é este: termos o que usamos e usarmos o temos. Eu uso aquelas louças e a minha filha brinca com aqueles brinquedos. Deitar os meus moveis fora para ir comprar uns brancos ao Ikea mais próximo ou descartar coisas em bom estado, não é minimalismo mas sim desperdicio. 

Há uns dias, uma amiga minha (fervorosa adepta do minimalismo), dizia-me que ia comprar um conjunto de chávenas de café para colocar ao lado da máquina no seu chamado 'cantinho do café'. Sabendo eu que ela tinha outras chávenas de café e até bem giras perguntei-lhe porque é que ia ter esse gasto... porque quero umas brancas, minimalistas e estas coloridas não servem esse propósito. Eu considero-me minimalista, porque teria usado as que já tinha e estavam em bom estado... 

Hoje vou dar um jantar em casa, e vou usar as minhas loiças, porque gosto de ter uma mesa bonita e não vejo em como é que isso vai contra os tais ideais do minimalismo. Eu não vou comprar mais coisas para guardar em casa... vou usar o que tenho.

Eu considero-me minimalista, quando agradeço todos os dias pelas coisas boas que tenho, em vez de andar sempre a ansiar pelo que não tenho, como se ter as coisas dependesse a minha felicidade. Sou minimalista quando aproveito as luzes de Natal e o sol de Outono para passear pela cidade com a minha filha. Quando aproveito eventos gratuitos para ir com ela. Quando ficamos em casa nas tardes de chuva a brincar com todos aqueles brinquedos... como fizemos no fim de semana.

 

 

 

07
Nov18

Porque é que uns conseguem e outros ficam parados?

Bast

Pergunta a propósito de algumas pessoas, apesar das dificuldades e negas que tiveram na vida, conseguiram superar-se, dar a volta e chegar onde queriam (algumas mais longe até...)

Respondi prontamente que era porque os segundos se resignam. Porque acreditam mais nos outros quando lhes dizem que não é possível ou que não conseguem... do que neles próprios. 

A ideia desta questão era fazer-me pensar a mim própria, sobre mim e o meu caminho... mas e quando quem não acredita em nós não são os outros e sim nós próprios? Quando todos nos dizem que somos bons no que fazemos, que temos o perfil certo, que temos que ir à luta e confiam em nós, mas somos nós, cá no nosso intimo que sentimos que não somos assim?

Como lutamos contra nós próprios e aquilo que sentimos de mais intimo no nosso peito?

Quando, até nos damos o beneficio da duvida, arriscamos, mas depois os resultados não chegam... ? 

 

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