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Outro dia

Outro dia

14
Ago18

A festa da Infanta

Bast

Isto de preparar uma festa infantil tem que se lhe diga. É uma luta interna... assim uma coisa em que o bom senso luta com a gana de que querer fazer tudo e mais um par de botas... Se por um lado, como aqui já disse, quero uma coisa simples, por outro, confesso que há uma parte de mim que quer este mundo e o outro...

Para já, escolhi o tema (já mudei de tema umas 345 vezes, mas volto ao mesmo, por isso é este que tem que ser): Bambi. Porque é um fofo. Porque eu quero e vou aproveitar enquanto posso escolher a pirosice toda. Antes que ela tenha idade para me pedir a festa da Frozen! Ou da Peppa pig 

Bambi2.jpg

Tema escolhido, comecei a ver o que tenho lá em casa e que posso usar como decoração... o que faltar, venha o aliexpress. Depois de balões e mais uma data de froufrous escolhidos, há que tratar de encomendar porque a encomenda ainda demora a chegar e se alguma coisa faltar ou correr menos bem, dá-me tempo para pensar numa alternativa.

Pensar na coisa com tempo tem o seu lado bom... isto se conseguirmos refrear os ânimos, porque todos os dias vem uma ideia nova... tipo a de ser eu a fazer o bolo!!! Alguém que desça à terra e me dê um par de estalos para eu acordar para a realidade, por favor...

 

O espaço... a festa terá muita gente, ponto assente. Nada a fazer, a familia é grande e não há a alternativa de excluir pessoas (tipo, qual dos meus irmãos excluiria?), portanto há que pensar no espaço e no nº de pessoas... O pai da criança quer a festa em casa e eu, depois de um ataque de riso histérico e desesperado já só quero fugir. Assim de fininho... A sala é grande, temos a varanda... alguma coisa se há-de arranjar... servir a comida tipo buffet, numa especie de lanche ajantarado é uma opção...

 

Os comes e bebes... Aqui depende muito do ponto acima, mas há sempre aquelas iguarias que não podem faltar numa festa de anos: os salgados, as pipocas, os docinhos... Já tenho também alinhavado na cabeça aquilo que quero servir e como o fazer... portanto é ir testando algumas das receitas que tenho em mente, para ter a certeza de que no dia corre bem. 

 

Fazer listas:

Do que tenho e posso usar

Do que quero servir 

Das compras

Das decorações que quero ter e preciso comprar

dos convidados

listas, listas, listas... 

 

Delegar... esta é importante. A ver se não me esqueço desta parte... A tentação de querermos fazer tudo e por o nosso toque, amor a carinho em cada detalhe é enoooorme. Eu quero fazer os convites, os bolos, a comida, até decorações DIY já andei a ver no pinterest (ah, outra dica importante: a certa altura é boa ideia fechar o pinterest!!!), mas também quero desfrutar da festa, aproveitar o prazer que a preparação dará e para isso, há que ser realista e saber que é impossível conseguir fazer tudo, além de que tenho a certeza que a avó, os amigos e a familia, adorarão fazer parte da coisa :)

 

(Quem já passou por isto, alguma dica? Ajudinha? O que serviram e ninguém comeu? O que afinal todos gostaram? Cenas importantes, vá... Vamos criar um fórum na caixa de comentários... :D)

 

14
Ago18

Disto da alimentação saudável e as festas

Bast

Ao pensar na festa de aniversário dela, é claro que a comida que quero servir vem-me à mente. Havia uma coisa nas festas da minha infância que nunca faltava. Partido às fatias e espalhado em pratinhos pela mesa, havia sempre o famoso Dancake. Coisa que agora nunca se vê. 

Sim, eu sei que é um alimento processado, cheio de açucar, gorduras, corantes e conservantes... eu sei disso tudo. Mas é uma festa carambas! Não há festas todos os dias... 

Eu sei que a alimentação saudavel e a educação alimentar são muito importantes, mas isso fecha-nos as portas às excepções? Pergunto isto, porque das festas que tenho visto por aí, há uma preocupação com os alimentos saudaveis que, se por um lado eu acho louvavel, por outro me deixam a pensar, se não estaremos a cair um pouco no outro extremo. Muita fruta (o que eu acho óptimo), legumes aos palitos servidos com humus, limonadas sem açucar e adoçadas com stevia, ou água aromatizada, os bolos todos sem gluten.. (depois o bolo de aniversário é quase uma bola gigante de pasta de açucar, linda, mas que ninguém come, mas isso também já são contas de outro rosário...)

 

Eu tenho uma preocupação diária com tudo o que ela come. Procuro dar-lhe a sopa todos os dias feita com legumes frescos, da época que compro directamente aos lavradores aqui no mercado. Iogurtes sem açucar, fruta fresca... a introdução alimentar feita com todo o cuidado e rigor como nos aconselha a médica. Mesmo a nossa alimentação é ponderada e tento faze-la de forma mais natural e saudavel possível. Muitos legumes e variados, peixe grelhado, fruta... 

 

Depois há os dias de excepção. E nesses dias, não podemos incluir as festas de aniversário? 

O Dancake, o pão com queijo e fiambre, os salgados e afins?? Claro que irei servir a frutinha aos pedaços, as gelatinas que já compro de uma marca especifica sem açucar... mas vai lá estar o famoso Dancake da minha infância. O de chocolate. E os brigadeiros. Sejam saudaveis em casa... façam dieta depois, I don't care!

 

13
Ago18

Viagem Medieval em Terras de Santa Maria

Bast

Viagem Medieval em Terras de Santa Maria. 

E já passou.

Reviver o reinado de D. Pedro I, rei justo e cruel... e apaixonado pela sua Inês. 

Se eu adoro lá ir todos os anos (impensavel não ir, para mim), este ano, as recriações históricas estiveram qualquer coisa... a coroação da rainha morta, o sentido de justiça e crueldade do rei, os seus folguedos, a guerra civil instaurada contra D. Afonso IV, a vingança (matança vá) contra carrascos de Inês... e a comida.. oh senhores, a comida... desde as sandes de porco preto, à sangria e aos licores (já tenho uma colecção de copos de ginja em casa). Dos doces conventuais às iguarias árabes, é lá chegar e se lambuzar. 

Portantos... faltou-me ainda subir ao Castelo, ir aos banhos termais, e aquela limonada de morangos e hortelã que descobri no ano passado, quando a gravidez me privou das sangrias. Quatro idas não dão para tudo, não é?! 

 

Para o ano já está agendada... venha a viagem e o Rei D. Fernando! 

10
Ago18

As minhas pequenas quebras de rotina

Bast

Há uns posts atrás, comentei que este ano, dados os novos projectos e formações, tenho conhecido muita gente interessante e de áreas diferentes e de como me sinto enriquecer com isso tudo. Uma dessas pessoas é a L. 

Terapeuta holística e massagista, e com uma visão da vida que muito me agrada, acabou por, sem querer, dar-me muito apoio na ultima formação que fizemos juntas, uma vez que a minha vontade foi de desistir muitas vezes. 
Há umas semanas combinamos almoçar juntas... e depois de desmarcar uma vez,  remarcamos para hoje. Estive quase para não ir. 
É sempre assim não é?
Reclamamos da rotina, da mesmice dos dias e vivemos sempre a anciar por uma coisa nova. Algo que nos mude o dia ou o tema das conversas... mas depois, quando ela surge, tendencialmente resistimos. 
 
Lá apareci, na espalanada combinada
Acabamos por almoçar ali mesmo, depois de ver o aspecto do sushi na mesa ao lado. Já não comia disto há cerca de dois anos sensivelmente. Porque estive grávida, porque amamentei e depois porque não surgiu oportunidade e fiquei agradavelmente surpreendida.
 
Um almoço que quero muito repetir (Pandora, quando cá vieres, esqueçamos a hamburgaria... temos poiso novo a visitar). 
 
 

Almoço.jpg

 

 

 

 

08
Ago18

A praia

Bast

Tenho lido por aí muitos dizerem (ou escreverem, vá) que nunca gostaram do Verão. Explicam os seus motivos e eu entendo-os. Mas eu faço parte do outro grupo... daqueles que gostam muito do Verão. Dos dias longos, das férias grandes, das noites quentes... da praia, dos gelados ao final do dia e de tantas outras coisas que o Verão nos traz. A bem dizer, eu consigo gostar de todas as estações e de tudo o que cada uma delas nos traz... Mas o Verão foi sempre aquela em que eu fui mais feliz.

Eu gostava muito da escola, sim. Mas também adorava as férias grandes... de brincar tardes inteiras com a Margarida no campo. De apanharmos ameixas e figos. Gostava de ir à praia dos pescadores bem cedo no autocarro, com a minha mãe e lá ficar o dia todo. Ver a rede sair e trazer peixe fresco para casa comprado ou apanhado lá na hora. De correr na rua e brincar com o Mário, a Tânia, a Marlene, a Liliana, o Cristiano... até à hora de jantar. De ir com os meus irmãos ao parque comer um gelado. Das festas e das procissões, a que ia com o vestidinho branco todo angomado e as tranças bem feitas. 

Hoje já não tenho 3 meses de férias. A Margarida casou e tem um filhote que hoje brinca com o meu sobrinho. O resto da malta também seguiu o seu rumo e já nem à praia dos pescadores eu vou. Mas continuo a adorar o calor e o Verão. As roupas frescas e leves, a fruta mais doce, as refeições ao ar livre, os dias longos, as noites quentes e a praia. 

 

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07
Ago18

Olhóóó gelaaaado fexquiiiinho

Bast

Gelado.jpg

E em dias de calor, é tudo o que apetece...

 

 Geladinhos de mirtilo e iogurte

 

Ingredientes

1 chavena de mirtilos

1 c sopa de mel

1 iogurte natural (ou de coco)

1 medida do iogurte de bebida de coco

 

Triturar os mirtilos com o mel. Juntar o iogurte e a bebida de coco e misturar levemente. Verter tudo para as forminhas de gelado e levar ao congelador. Easy easy 

03
Ago18

Gratidão

Bast

gratidão-696x298.jpg

 

2018 está a ser um ano do caraças. A sério.

Ela está a crescer demasiado rápido, mas tão bem e tão linda que todos os dias são agora uma festa. E eu só sei estar cada dia mais grata.
Iniciei um projecto profissional novo que está a correr muito bem e avistam-se ainda mais projectos novos. Fiz formações novas, entre as quais uma que há já imenso tempo pensava fazer - este ano foi o ano. Resolvi não adiar mais, e esta minha postura, aliada à gratidão muda tudo. Conheci muita gente nova e interessante, de áreas completamente diferentes da minha e adorei a experiência.
Ausentei-me uma semana inteira em trabalho deixando a bebé com o pai e a avó... isto foi um desafio muito, mas mesmo muito dificil, só que ao mesmo tempo muito importante por me fazer ver que não sou só mãe. E que ao contrário da maioria das vozes sentenciadoras, ser mãe nunca implicou deixar de fazer nada (ainda que as coisas não sejam feitas com o mesmo ânimo leve de antes).
2018 pouco passou da metade e eu já estou de coração cheio pelo balanço até aqui. Vem ainda o primeiro aniversário da pequena, projectos novos que, como já disse, estão a ser traçados, problemas que vejo finalmente serem resolvidos... 2018 está a ser uma lufada de ar fresco ao fim de alguns tempos que foram muito dificeis... E isso é tão bom.

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